Servidores Públicos


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Cartão Benefício

A “ação de cartão benefício” para funcionários públicos geralmente se refere a medidas tomadas para oferecer vantagens ou benefícios financeiros a esses trabalhadores, especialmente através de cartões que podem ser utilizados para compras, pagamentos ou descontos.

A fraude no cartão benefício que pode resultar em dano moral geralmente ocorre quando há aplicação indevida ou abusiva desse cartão, causando lesão dos direitos do funcionário público. Algumas situações específicas que podem ser configuradas como fraude e gerar danos morais incluem:

  1. Cobranças Indevidas: Se o valor do cartão benefício for descontado de forma indevida na folha de pagamento do funcionário sem sua assinatura, isso pode ser considerado uma prática abusiva.
  2. Consórcio ou Vínculo com Entidades Irregulares: Se o cartão for associado a entidades que não oferecem os serviços prometidos ou que não têm autorização para operar, e o funcionário é obrigado a pagar por esses serviços, isso configura fraude.
  3. Uso Não Autorizado dos Dados Pessoais: Se os dados pessoais do funcionário foram usados ​​para contratar um cartão benefício sem o seu conhecimento ou consentimento, isso é uma violação de sua privacidade e pode ser considerada uma fraude.
  4. Promessas de Benefícios Não Cumpridas: Se o cartão for anunciado com benefícios que não são entregues, ou se o funcionário foi enganado quanto aos termos de uso, isso pode gerar danos morais pela frustração e pela perda de confiança do trabalhador.


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Superendividamento

Compreende na impossibilidade manifesta de o consumidor pessoa natural, de boa-fé, pagar a totalidade de suas dívidas de consumo, exigíveis e vincendas, sem comprometer seu mínimo existencial.


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Empréstimo consignado e RMC e RCC

O cartão de crédito consignado é um dos produtos mais maléficos à saúde financeira do consumidor.

Na grande maioria das vezes, a pessoa está pagando por esse cartão de crédito e estava apenas buscando um empréstimo consignado comum. O banco acaba liberando o empréstimo por intermédio de um cartão de crédito, e é aí que surgem todos os problemas.

O servidor público acredita que está pagando por parcelas de seu empréstimo, todo mês, mas, que na verdade está pagando a fatura mínima do cartão de crédito, sem saber, por falta de informação ou má-fé que se trata de uma dívida impagável.

Fique atento, o contrato desse serviço é um dos campeões de irregularidades. Procure ajude com um advogado de confiança e evite estes aborrecimentos, se possível antes da contratação.


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